Tranquila e serena a nossa casa nos quatro cantos o sol do meio-dia à tua espera alegre e descansada injecto-me de amor às escondidas Sobre a garganta passo os dedos espessos e a roupa uma a uma vai caindo para que então amor com os teus dedos quando vieres me vás depois vestindo
Maria Teresa Horta Poema: À TUA ESPERA. (c) Foto "Olhares"