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18.5.08

A MÃO SOBRE O REGAÇO



Beijo, seguro,
e devagar tropeço

Trespasso as emoções
e te devolvo o espaço

O laço e o lençol
onde me deito
e faço

do tempo o amor
a mão sobre o regaço

Maria Teresa Horta, in Só de Amor, 19999

7.5.08

TERNURA

Tranquila e serena
a nossa casa
nos quatro cantos
o sol do meio-dia

à tua espera alegre
e descansada
injecto-me de amor às
escondidas

Sobre a garganta passo
os dedos espessos
e a roupa uma a uma
vai caindo

para que então amor
com os teus dedos
quando vieres me vás
depois vestindo

Maria Teresa Horta
Poema: À TUA ESPERA.
(c) Foto "Olhares"