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21.7.08

EVOCAR O SANGUE DERRAMADO

Caminhar pelos campos de batalha da Roliça e do Vimeiro! Olhar aqueles espaços e "ver" o
horror da guerra.

O dia estava quente, luminoso, as paisagens eram deslumbrantes, mas era impossível não pensar naqueles homens que, em 1808, vieram de França e da Inglaterra para se matarem uns aos outros aqui!
A buganvília que escorre da parede tem a cor do sangue daqueles homens, empurrados para a morte.
De tantos que cairam resta a memória material do tenente-coronel Lake, oficial inglês, a quem os companheiros de armas erigiram este monumento, grito solitário na paisagem, algures nos campos da Roliça, aldeia dos arredores de Óbidos...
Na nossa memória parecem soar ainda os tambores que rufavam nestes ermos, a marcar a cadência dos condenados à guerra.

18.7.08

CONSELHOS INÚTEIS

Não é um roubo retirares da paisagem
uma andorinha ou uma cadeira, mas não é simpático.
Daí a considerares o que digo um convite à imobilidade
parece-me exagero.
Move-te, sim, mas acrescentando
coisas e assuntos à paisagem onde entras. Eis só.
[Gonçalo M. Tavares, Poesia I]
... É o que vamos tentar fazer amanhã, pelos campos da Roliça e do Vimeiro.

O que vamos fazer? Está explicado aqui :

http://linhasdetorres.blogspot.com/