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10.5.12
RUÍNAS
Um amigo diz-me que gosta de ruínas, são mais bonitas do que muitos prédios novos que há por aí.
Às vezes dou-lhe razão mas preciso de as pintar de sépia ou agarrar um pequeno pormenor.
Uma hera a crescer por ali talvez lhes desse o ar misterioso das ruínas dos velhos contos ingleses...
Estas, podemos vê-las no nosso Centro Histórico.
7.12.10
IMAGENS DO MEU OLHAR -Ruínas no nosso Centro Histórico
Antiga Corredoura. As primeiras portas à esquerda eram do último ferrador e do último albardeiro.
Prédio pertencente à Misericórdia, na antiga Praça da Batata, agora Largo Machado dos Santos
CITAÇÃO:
« Os "centros históricos" constituem um elemento central de uma nova sintaxe do espaço urbano. Enquanto objecto de estudo, são um instrumento privilegiado para analisarmos a dialéctica urbana da permanência e da mudança e para apreendermos a cidade no seu todo. É um objecto que permite, ao mesmo tempo, dar conta do hiato entre a cidade imaginada e ensaiada pelos projectos e a cidade vivida.
São estes desafios que nos levam a equacionar a questão dos "centros históricos" e da sustentabilidade cultural das cidade em três dimensões. No contexto das imagens que os projectos e as políticas de transformação urbana difundem e no modo como estas novas imagens se combinam ou entram em ruptura com imagens dominantes. No contexto dos fluxos turísticos e das dinâmicas do mercado urbano de lazeres. E, por fim, no contexto das intervenções urbanísticas e do significado social dessas intervenções. »
Paulo Peixoto | Centros históricos e sustentabilidade cultural das cidades
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