17.5.09

INESPERADO

Por vezes há poemas que nos saltam ao caminho, assim, inesperados, relâmpagos de palavras, estrelas candentes a riscarem as horas. Como este de António José Maldonado, um poeta obscuro numa página de A Poesia Contemporânea Portuguesa, de Fernando Guimarães (ed. Quasi, 2ª ed, Nov 2002)


Para ti a rosa,
este pequeno povo
de pétalas:
- só liberdade
servida por uma legião de chamas.


4 comentários:

CS disse...

Não conhecia. Obrigado!

Avelaneira Florida disse...

Méon,

Uma rosa, então!!!!!

Beijinho.

Maria Faia disse...

Estimado Amigo,

Rosas e Liberdades combinam na perfeição!
Liberdade sem dor será a festa de feição...
Mas Liberdade não é verdade de qualquer maldizer,
de qualquer maldição,
nem a festa será feita sem chamas de afeição!

Um abraço amigo,
Maria Faia

Azul disse...

Os poemas são como os lugares - mesmo que pouco vistos, jamais se esquecem ou deixam passar! Adoro vir aqui, sempre. Bem haja, amigo!

Abraço forte. Até breve. Azul.