Vindos de Valada pela "estrada do campo" deparamos com a Quinta de Santo António. Ah!...
Pela construção pareceu-me ser dos anos 20 ou 30 do século passado, talvez reconstrução de edifício anterior. Até porque está inserida numa vasta propriedade agrícola.
Achei curiosa a grande torre que domina a casa - e os campos em redor - símbolo de poder do grande proprietário. Lá de cima, ele impunha a sua presença e vigiava os servos da gleba, como tão bem retratou Alves Redol no romance, hoje quase esquecido, "Barranco de Cegos".
Limitei-me a guardar imagens. Sobre a quinta, mais não sei... Até porque "quintas de Santo António", deve haver mais de trinta em Portugal...
Fotos © Méon
7 comentários:
Méon,
Upa,upa!!!! 30 é muito pouco!!!!
É só pegar numa carta de 1 para 25000 e desatar a procurar topónimos...
Mas cada uma delas terá marcas muito pessoais, tanto dos ocupantes como da paisagem em que se inserem...
" Bora lá" procurá-las!!!!!!!
Beijinho.
Caro amigo, belas fotografias de linda quinta...Espectacular....
Um abraço
Ao ver estas imagens fico com uma vontade de férias!
bjs
Só de Pensar que essa quinta pertenceu á minha familia ...à muito tempo...revolta-me que nos tenha sido tirada por o meu trisavô não ter pago as contribuiçoes de um mes.:(
Todas as Quintas têm histórias.
Fiquei com curiosidade, depois de ler este comentário...
Todas as Quintas têm histórias.
Fiquei com curiosidade, depois de ler este comentário...
Essa quinta era da Marquesa da Ribeira grande embora com outro aspecto, era uma casa senhorial tradicional, branca a Marquesa D Maria Luisa da Cunha Meneses, neta materna do conde Farrobo . Ela viveu nessa quinta depois de ficar viuva e até à sua morte em 1923
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